the dying swan
Não passa isto de uma desavença entre o dia e a noite. Todos os corpos sabem morrer mas nem todos sabem manusear as cinzas. Belos são os que por fome do outro se debatem com o chão, com o coração, com o músculo retesado pelo frio. Esperemos. O corpo exaurido assinalará o começo.
(Anna Pavlova, em 1925, a dançar The Dying Swan, sua criação a partir de Le Cygne, que Camille de Saint-Saëns lhe dedicou)


2 Comments:
belo!
podia-se dividir isto em mil pedaços e fazer uma tese sobre cada um deles... posto isto, olá. e bom ano. ando assim meio em warp drive mas os votos pelo menos ainda devem valer para os próximos 11 meses! ;)
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